Projecto social: “Transformando Vidas”, de Isabel Pereira

Projecto social: “Transformando Vidas”, de Isabel Pereira

Projecto social: “Transformando Vidas”, de Isabel Pereira

A enorme dimensão dos problemas sociais em Angola, obriga à participação de toda a sociedade na sua resolução, e em particular a educação e a alfabetização. Nesse sentido a equipa da Alende deu como prioridade, nos seus primeiros passos como organização, apoiar e divulgar novos projectos que promovam a cultura e a educação.

Transformando Vidas” é um novo projecto de Isabel Pereira, ainda em instalação na cidade de Luanda, mas já a trabalhar a alfabetização junto de crianças e adultos, foi o primeiro projecto a ser seleccionado.

Apresentação de Isabel Pereira, fotos de Braulio.

Transformando Vidas

INTRODUÇÃO

Vivemos numa sociedade dominada pelo individualismo e pelo materialismo, uma sociedade doente, que clama por um grito de socorro. Ao virar de cada esquina, nos deparamos com uma pobreza estampada no olhar das pessoas, que faz doer o coração.
A pobreza é um estado de miséria que causa sofrimento para todas as pessoas nela envolvida, quer de forma individual, quer de forma colectiva. Esta pobreza trás consigo todo tipo de males, tais como a fome, o analfabetismo, doenças, elevada criminalidade, falta de oportunidades de emprego, a prostituição, adição a drogas e ao álcool, a depressão, existência de pessoas sem abrigo, entre muitos outros males, empurrando-os para um futuro sem esperança. A pobreza gera revolta e a revolta produz a violência. Um jovem pobre, sem estudo, criado desde o berço em meio à miséria, já está, a priori, excluído do mercado de trabalho e a porta da marginalidade é a primeira que se abre. Muitas das consequências da pobreza são também causas da mesma, gerando-se assim o ciclo da pobreza.

Muitos pensadores actuais nos têm incentivado a formular perguntas tais como: “O que eu espero receber da vida? O que a vida espera de mim? O que devo oferecer para contribuir com algo bom neste mundo onde vivo?” Se pensarmos que estamos num mundo de passagem, concordaremos com o pensamento de Cora Carolina que passo a citar: “não sei se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.” Deste modo, devemos muito seriamente reflectir sobre como podemos contribuir com o que temos e de que forma podemos utilizar nossos talentos e nossos recursos, ainda que aparentemente poucos, para criar, multiplicar, construir e contribuir de uma maneira positiva na vida de quem por si só já não consegue atravessar a fronteira da pobreza. Ao fazermos isso, de certeza absoluta estaremos a tocar o coração das pessoas contribuindo para a sua felicidade.
Somos chamados a participar no resgate e no fortalecimento do valor das famílias mais carentes e desfavorecidas com empenho e dedicação, com o compromisso de integrá-las na sociedade de onde se sentem excluídas, colaborar com o progresso colectivo, para que todos nós possamos tirar o máximo proveito da vida que Deus nos deu gratuitamente.
Deus precisa de cada um de nós e do nosso trabalho para continuar a construção de um mundo mais justo, para promover a felicidade daqueles que nos são próximos.
E é este o nosso compromisso, de fazer a nossa parte neste processo de construção de valores espirituais e morais e devolver a dignidade daqueles que vivem excluídos por conta das circunstâncias penosas a que se encontram sujeitos. Nossas acções hoje reflectem o futuro. Se não é tempo de colher, é tempo de semear.

Dizia Mahatma Gandhi: “a verdadeira riqueza de um homem é o bem que ele faz ao seu semelhante.”

PORQUE FAZER O BEM?

Faça todo o bem que você puder, com todos os recursos que você puder, por todos os meios que você puder, em todos os lugares que você puder, em todos os tempos que você puder, para todas as pessoas que você puder, sempre e quando você puder.” John Wesley


O rei Salomão em Eclesiastes 9: 10 diz o seguinte: “Tudo o que você tiver de fazer faça o melhor que puder, pois no mundo dos mortos não se faz nada, e ali não existe pensamento, nem conhecimento, nem sabedoria. E é para lá que todos iremos.” Então isso nos remete à seguinte reflexão: enquanto temos vida, devemos canalizar os nossos esforços em fazer o nosso melhor, ajudando aqueles que vivem dificuldades, principalmente, os mais pobres entre os pobres. Todos os dias devemos nos colocar as seguintes perguntas:

  1. A minha vida é um bom exemplo para a vida de outros?
  2. O que eu faço para tornar a vida do meu próximo melhor?
  3. Como estou a usar o dom e as habilidades que Deus me deu?
  4. Sou sensível às necessidades do meu próximo?
  5. Qual foi a última vez que eu ajudei alguém?

A história está cheia de exemplos de pessoas que tiveram as suas vidas a serviço dos mais necessitados, independente do seu credo religioso. Caso disso temos o exemplo de madre Teresa, que teve um trabalho incrível voltado para aqueles que mais precisavam de ajuda. A Bíblia fala-nos do exemplo de Dorcas que foi uma mulher amorosa, generosa e tinha um bom coração, que confortava os tristes, assistia os pobres e levava alegria a muitas pessoas, usando seus talentos para ajudar o próximo, fazendo a diferença apenas com uma agulha. Com a experiência de Dorcas aprendemos que, por mais simples que os nossos talentos sejam, devemos usá-los para ajudar o próximo. Devemos ser a “Dorcas” deste tempo e marcar o mundo com os nossos feitos. Entendemos que o homem se torna bom na medida em que se dedica à prática generosa do bem e justo na proporção em que cultiva a justiça, e todo o bem se valoriza na riqueza do amor que faz com que as coisas materialmente pequenas se tornem espiritualmente grandes. E dentro deste espírito de solidariedade e de compartilhar as nossas habilidades e conhecimentos, gera em nós um sentimento maior, capaz de transformar vidas, e renasce a esperança de um mundo melhor.

O apóstolo João dizia o seguinte: “Se alguém tiver recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em acção e em verdade” (1 João 3: 17 – 18). O rei Salomão dá-nos um ensinamento no seu livro de Provérbios 3: 27 e 28 com as seguintes palavras:“Sempre que possível, não deixes de cooperar com quem precisa de ajuda. Não respondas simplesmente ao teu próximo: “Vai e volta amanhã, e eu te darei algo”, se tens disponível agora e podes ajudar”. O amor verdadeiro não é apenas de palavras, mas traduz-se em obras, isto é, em ajuda ao necessitado.
Portanto, dar, não é tanto uma questão de quanto dinheiro temos nas mãos, mas de quanto amor temos no coração. Sempre tem alguém a precisar mais do que nós. O amor pensa nos outros mais do que em nós mesmos. O amor tem mais prazer em dar do que em receber. “É mais bem-aventurado dar do que receber.” (Actos 20: 35)

Esta passagem nos desperta o sentimento de fazermos o bem pelo simples facto de entendermos que devemos viver semeando o bem por onde passamos e por onde outros passarão amanhã e deste modo podermos brilhar diante dos homens e glorificar a Deus por meio das nossas boas obras. “Que a minha luz brilhe diante dos homens, para que vejam as minhas obras e glorifiquem ao meu Pai, que está nos céus.” (Mateus 5: 16)
Devemos cultivar, construir e plantar acções que não sejam apenas para nós, mas que possam servir para todos e para o futuro da comunidade, da nação e da humanidade. Nossas acções hoje, reflectem o amanhã.

QUEM SOMOS?

Um projecto de inclusão social, de âmbito nacional, criado com o propósito de colaborar na propagação do amor, através da nossa participação directa na transformação da vida das pessoas. A motivação da nossa existência e o nosso agir estão alicercados no amor a Deus e no bem ao próximo. E quem é este próximo senão aqueles a quem podemos abençoar prestando socorro e ajuda, ou simplesmente, servindo-o no dia-a-dia, envolvendo-nos com a pessoa e com a sua necessidade.
Pretendemos proporcionar coisas excelentes e demonstrar pequenos gestos de bondade que podem fazer muito e se traduzir num grande evento na vida do outro. Auguramos plantar a semente da GENEROSIDADE pensando nos outros e estar atentos às suas necessidades, servindo aos demais, cansarmo-nos pelos outros, dedicarmos nosso tempo aos outros, dar o que temos aos outros, ouvirmos os outros, e, acima de tudo, fazer muita gente mais feliz com um pouco de NÓS, buscando compartilhar com outros aquilo que temos recebido de Deus. Tendo sido a humanidade feita por Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida. É aqui onde somos chamados para sermos usados ao serviço do próximo, sabendo que Deus precisa de pessoas que servem, a Igreja precisa de pessoas que servem, o mundo precisa de pessoas que servem.

“OS OUTROS SÃO O NOSSO CENTRO.”

Nossas acções estão fundamentadas no princípio de que mais “bem-aventurada coisa é dar do que receber”.

PORQUE EXISTIMOS?

Existimos primeiramente para fazer a vontade de Deus, expressa no livro de João 13, versículo 34, que diz: “um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei; que dessa mesma maneira tenhais amor uns para com os outros.” O amor ao SENHOR inclui obediência a todas as instruções que Ele nos deu.
Existimos porque nos preocupamos com as necessidades alheias, e somos capazes de nos sacrificarmos voluntariamente para os ajudar a encontrar soluções para os seus problemas, e por meio de nossa ajuda, proporcioná-los o bem-estar espiritual, físico, emocional, material, familiar e comunitário.
Existimos para fazer grandes coisas com pequenos actos e causar impacto na vida de nossos irmãos, vindo de nossas mentes o desejo de criar e com as nossas mãos multiplicarmos cada porção de amor que brota dos nossos corações, tornando a vida de outros melhor.
Existimos porque pretendemos usar nossos recursos, talentos e habilidades com excelência e amor, porque acreditamos que unindo os esforços de cada um de nós, trilharemos um caminho colectivo que levará à recuperação económica e ao desenvolvimento e resgate dos valores das pessoas nele engajadas.

NOSSA VISÃO

  • Participar no desenvolvimento da maturidade espiritual das pessoas.
  • Realizar actividades comunitárias geradoras de renda que favoreçam o empoderamento das mulheres e a sua inserção laboral, visando alavancar as iniciativas empreendedoras e o bem estar das suas famílias.
  • Participar no desenvolvimento económico e social das pessoas em situação de vulnerabilidade mediante acções de formação e educação.

NOSSOS VALORES

Compromisso e amor: com Deus, com o próximo e connosco próprios, reconhecendo a necessidade da prática do amor próprio para fortalecer o amor ao próximo.

Perdão: compromisso individual de fazer o que for preciso para desenvolver a capacidade de aprender a buscar o amor, a beleza e a bondade ao nosso redor por meio do perdão, na busca da evolução pessoal, promovendo a maturidade e a paz de espírito.

Gratidão: nossas acções serão alicerçadas na gratidão e reconhecimento à vida, em toda sua simplicidade, à generosidade e partilha.

Perseverança: a qualidade que nos habilita a permanecer firmes e fiéis às nossas ideias e propósitos, conquistar os nossos objectivos com esforço, empenho e auto-confiança e não desistirmos diante das dificuldades.

Excelência: melhorar a cada dia nas pequenas coisas de modo a oferecer algo de bom para as pessoas a quem servimos. “Em tudo seja você mesmo um exemplo para eles, fazendo boas obras” (Tito 2: 7a).

Humildade: desenvolver um relacionamento centrado na simplicidade e no reconhecimento das nossas próprias limitações, com modéstia e ausência de orgulho.

Dedicação e trabalho em equipa: dedicamos o coração em tudo que fazemos e acreditamos que o melhor trabalho é aquele que é feito em equipa.

Integridade, honestidade e respeito: o fundamento sobre o qual muitas outras qualidades são construídas, tais como a dignidade, a confiança, que torna possível cultivar relacionamentos positivos, traduzindo o nosso comprometimento com o carácter acima do ganho pessoal, com as pessoas acima das coisas, com o serviço acima do poder, com o princípio acima da conveniência, com a visão a longo prazo acima da visão imediata, construindo um relacionamento baseado na sinceridade consigo mesmo e com os outros e na integridade moral. “… Em seu ensino, mostre integridade e seriedade” (Tito 2: 7b). Solidariedade e sustentabilidade: assumimos ter responsabilidades individuais em relação à colectividade com o desejo de fazer uma contribuição à vida de outrem para construir um mundo bom para todos e contribuir para que a geração futura viva em um mundo com melhor condição social, justiça e ambiental.

OBJECTIVOS

Objectivos gerais:

  • Desenvolver a auto-estima, o respeito, o resgate dos valores e a autonomia das pessoas que se sentem excluídas da sociedade.
  • Participar na diminuição e erradicação do analfabetismo das famílias.
  • Realizar acções de incentivo à leitura e à literatura como um direito humano.
  • Construir a inclusão social e económica entre as pessoas, proporcionando-lhes formação para a sua integração no mundo do trabalho.
  • Desenvolver o empreendedorismo colectivo, permitindo melhorar o potencial de mão-de-obra, suas vidas e as vidas de suas famílias e comunidades.
  • Desenvolver actividades económicas sustentáveis, de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizadas sob forma de auto-gestão, geridas na base da cooperação entre os seus participantes.
  • Contribuir na redução da carência nutricional e dos índices de anemia e desnutrição das crianças e melhorar a condição de saúde das famílias muito pobres.
  • Criar empreendimentos solidários capazes de se traduzir numa alternativa inovadora na geração de oportunidades de trabalho e renda e na inclusão social e trazer melhoria das condições de vida das pessoas e consequente desenvolvimento local.
  • Produzir alimentos promovendo o acesso e a disponibilidade dos mesmos de forma solidária.

Objectivos específicos:

  • Elevar a espiritualidade dos envolvidos por meio de círculos de estudos bíblicos, conferências e palestras.
  • Realizar oficinas de aperfeiçoamento pessoal no âmbito da alfabetização.
  • Reaproveitar os materiais inutilizáveis ou que vão para o lixo para utilização em trabalhos de decoração.
  • Confeccionar e distribuir refeições saudáveis e variadas para distribuição gratuita às crianças da comunidade, com a dinamização das cozinhas comunitárias.
  • Ensinar e desenvolver boas práticas de higiene pessoal e colectiva no seio das comunidades, ajudando a eliminação de vectores de doenças.
  • Realizar cursos e treinamento para serviços domésticos.
  • Realizar cursos nas cozinhas comunitárias visando a inclusão social e produtiva através da promoção de acções de educação alimentar, produtiva e geração de renda.
  • Desenvolver a produção de flores de vasos, plantas ornamentais.
  • Cultivar verduras, ervas condimentares, folhas e vegetais, entre outros produtos orgânicos com o desenvolvimento de hortas comunitárias.
  • Criar oficinas de artes para gerar o auto-emprego e auto-suficiência.
  • Criar espaços colectivos para lavagem gratuita mediante a exploração de lavandarias comunitárias.
  • Implementar centros de saúde materno-infantil.
  • Realizar eventos para informação e aconselhamento sobre a saúde sexual e reprodutiva, HIV-SIDA, e gravidez precoce.
  • Formar cooperativas de carácter múltiplo.
  • Criar bibliotecas comunitárias.

Compromisso:

Compromisso espiritual: amar as pessoas sem distinção, independente da sua cor ou posição social, ou religião, manifestando esse amor por meio das nossas atitudes e obras.

Compromisso educativo: promover a educação básica, contribuir para o desenvolvimento integral do ser humano, facilitar a socialização e conduzi-lo ao desenvolvimento pleno com padrões morais e éticos para que possa conviver bem em sociedade.

Compromisso económico: desenvolver actividades económicas de produção, oferta de serviços, comercialização e consumo baseados no associativismo, na cooperação e participação de todos.

Compromisso social: envolvermo-nos com as comunidades, apoiando e incentivando o espírito do empreendedorismo social, encorajando a auto-confiança e o desenvolvimento da comunidade em que actuamos.

DESCRIÇÃO DO PROJECTO

O presente projecto resulta de uma observação efectuada na comunidade do Benfica Zona Verde, no município de Belas, província de Luanda, que espelha a situação de pobreza e vulnerabilidade em que se encontram muitas famílias angolanas. Foi identificado um elevado número de crianças, adolescentes, jovens assim como adultos sem registo de nascimento, o que desde já coloca as crianças fora do sistema de ensino obrigatório; essas crianças por sua vez também são filhos de pais sem identificação pessoal, situação que retira estes cidadãos a possibilidade de ingressarem no mercado de emprego, levando-os a desempenharem trabalhos pontuais e descontinuados, gerando um ciclo de pobreza, com tendência a passar de geração em geração, caso não seja imediatamente travado. Situações há que foram constatadas três (3) gerações sucessivas sem bilhete de identidade ou cédulas pessoais e na linha da cadeia final os seus dependentes não fogem à regra desta condição atrofiadora e humilhante, que os expõe à condição de sem-pátria jogando-os à vulnerabilidade e exclusão social. Portanto, como se pode imaginar, este é um problema aparentemente insignificante, mas os seus efeitos têm proporções muito nefastas e maléficas para a sociedade. Esta realidade é nada mais e nada menos a raíz do problema que implicitamente leva as famílias à condição de pobreza extrema, tornando-se o centro de todos ou quase todos os problemas que daí advêm. As consequências decorrentes do painel apresentado são sempre em dimensões diametralmente elevadas comparativamente a causa que deu origem ao problema, como se pode constatar no quadro exibido na árvore de problemas que a seguir se apresenta. Conhecer os problemas que afligem as comunidades carentes, perceber que podemos ajudar e evitar alguns, discutir as causas e soluções, estimular a reflexão sobre estes problemas, entender que alguns problemas estão bem perto de nós, constitui a principal motivação do surgimento desta iniciativa. Para melhor entendimento da dimensão destes problemas, desenhamos algumas acções que julgamos venham contribuir para a minimização do impacto desta “síndrome da pobreza”.
O projecto que se apresenta abrange todas as faixas etárias desde crianças, adolescentes, adultos e idosos, sem distinção de género.
Os projectos sociais vêm sendo destacados como importantes dispositivos com potencial de contribuir para a autonomia na construção de propostas de acções que visam não apenas a mudança individual, mas sobretudo, a transformação social, colectiva e comunitária.

“A mais honrosa das ocupações é servir o público e ser útil ao maior número de pessoas” (Michel Eyquem de Montaigne)

“Transformando Vidas”

Equipa ALENDE

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